Estupro na Joaquim Silva

Pensava poder resistir. Brava gente brasileira, cantarolava baixinho, enquanto mirava o xixi numa aranha enxerida perambulando no muro. Resistirei, dizia de mim para meu zíper, fechando-o cuidadosamente devido à falta de dinheiro na cueca; pela falta mesmo da própria cueca.

Eles estavam estuprando a garota no vão entre o monza e o muro da joaquim silva. Aproximei-me e vi os peitões da morena. Não gritava mais, de tanto que apanhara. Devem ter lhes quebrado os dentes, pensei distraidamente, chegando perto, pau duro.

Só na boquinha da hora, tomei a decisão. Peguei a barra de ferro que eles usavam nos assaltos, ingenuamente jogada junto a um dos pneus do monza.

Dei uma cacetada tão forte na cabeça de Antônio que ela rachou como um côco. Ricardo, que obrigava a moça a chupar sua pica espetando-lhe uma faca no pescoço, para se prevenir de mordidas, fixou seus olhos vazios em mim.

Dei-lhe uma cacetada também. Devido à minha posição, não fui tão eficiente quanto com o primeiro. Ricardo caiu de lado, sangrando por todos os buracos do rosto: nariz, boca, olhos, ouvidos, mas atento e esperto. Quando me aproximei, ele passou-me uma rasteira e caí.

Escutei o som de madeira rachando.

A garota levantara-se e batera na cabeça de Ricado com um paralelepípedo.

Seus peitos balançavam, livres, selvagens. Eram bem redondos, com grandes mamilos rosados.

Um comentário:

mario disse...

gostei muito daqui, um abraço pra você.

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